Ode ao ódio.

Já falei que te odeio hoje? O quanto odeio seu toque? Suas palavras? O quanto seu cinismo me enoja? Que fique dito. Sua falsa admiração por mim e teu falso respeito são mesquinhos. Tua falsa paixão, teu falso apreço e teu falso afeto. Que engasgue com teu próprio veneno e teu julgamento. Continue morno enquanto queimo. Continue mediano enquanto evoluo. Conviva com o conformismo de algo que nunca terá: sou tão facinha, ne? Sou amor facinho, mas de mim você não há de ter um afago. Você é meu troféu. A prova de que eu sou difícil sim, apenas com gente mesquinha como você.

2 Response to Ode ao ódio.

Taiwanesa
14 outubro, 2012

Case-se consigo mesmo.

Anônimo
14 outubro, 2012

Quanto Ódio quanto ódio
diz
quanto ódio
não sabes
tens
dentro de ti

o deferente tapete da palavra
a rede bélica
os rasgos secundários

TUDO

engendra
articula
atavia
a sala da tua fala

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