Mudo a prosa: a evolução literária ou interna que resulta na repulsa da descrição.


S-U-B-J-E-T-I-V-I-D-A-D-E: Assim se fez. Pois viver na claridade pode resultar na cegueira da alma. Escrevo, porém não descrevo. O que entra no peito, no peito há de ficar. Que vomite borboletas no enredo, apenas a quem interessar possa; ou que o brilho dos olhos que outrora era cegueira, torne-se em dois tempos três estrofes de versos objetivos e rimas pobres, mas que digam claramente aquilo que se intenciona. Degola a alma inocente; aleija-te dos dedos da claritude, pois elas não te fazem bem. O sentido pode nos guiar ao além. Então, porque sentido? Porque sentir? A reposta é viver de olhos vendado.

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